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BySegundo Villanueva

Grupos heterogéneos

Todo está cambiando en esto de la enseñanza de ELE.   Nuestro papel, el de los libros, la postura y necesidades de los alumnos.

Y también la conformación de los grupos.

La heterogeneidad individual hace que el entorno de aprendizaje sea más complejo si cabe.  Son muchos los factores, algunos específicos por la peculiaridad de que el proceso de enseñanza-aprendizaje sea para lusohablantes con un registro tan próximo al español.

Existen diferentes maneras de aprender y surge también la necesidad de sopesar las habilidades lingüísticas y las que no lo son.

Lo más importante en los tiempos actuales radica en un celoso proceso de crecimiento en la competencia lingüística.

Y raramente los grupos son uniformes.  Nunca lo fueron, la cuestión es que la manera de aprender era diferente, raramente el proceso productivo se realizaba antes del sexto o séptimo mes.

Hoy hay prisa y la diferencia se hace presente el primer día de clase.

En un primer momento esto puede suponer un factor negativo, pero hay que considerar que ya forma parte de una realidad que no tiene vuelta, y segundo, es necesario revertir esta visión para sacarle provecho, además de psicólogos, mentores, profesores, amigos, etc, tenemos en nuestras venas un espíritu indomable bien diferente al profesor clásico, somos gestores y nos están cambiando el guión todos los días, sabemos que la realidad es mucho más intensa que los preceptos teóricos de lo que debería ser.

La adaptación de los materiales, el aprendizaje colaborativo, la importancia de las competencias no lingüísticas, los asuntos personales y profesionales como prioridad y principalmente nuestra capacidad de gestión que imprime una dosis alta de experiencia de clase y cada vez menos de clase clásica harán que los alumnos siempre con un cariz democrático y transparente (preguntar y extraer una personalidad además de los intereses personales es preceptivo) nos nos van a ayudar para no resolver enteramente todos los problemas de disparidad, pero sí a mapearlos.

Finalmente, un solo apunte en relación a las pruebas de nivel, que incluyen cada vez más variables, como perfil psicológico, índice de vanidad, percepción de sí mismo, conocimiento teórico y fluencia oral.

Raramente estos ámbitos anteriores coinciden, al final la subjetividad es la clara vencedora cuando hay que tomar una decisión, es muy complicado rastrear un Avanzado B2 con un grado de conocimiento lingüístico Básico y más, cuando su autoestima es menor de lo que muestra su competencia.

Hay que elegir.

Como debemos optar positivamente por una interpretación de nuestros materiales siempre encuadrados en el currículo atendiendo las demandas personales y profesionales de los alumnos a través de un proceso de transparencia.

Hay que saber etiquetar al alumno con su perfil personal y académico y saber dónde quiere llegar.

 

ByEspaña Aquí

Mas, sei ou não sei…

É frequente que os alunos, a partir de um determinado momento se perguntem o que realmente estão falando, ou espanhol ou português. Normalmente acontece quando o aluno leva já um ano ou ano e meio estudando espanhol e “já resolveu as necessidades imediatas mais básicas”.

Provavelmente falta ainda muito, por exemplo, incorporar fontes de informação em espanhol, livros de literatura ou romances que não precisam ser muito sisudos, mas que respondam às necessidades de leitura que todos nós temos…

Também escrever. Não grandes textos, e sim emails em espanhol, elaborar apresentações em Power-point, ou pequenos informes para a empresa, momentos do ponto de vista profissional ou pessoal que podem incorporar o mundo de âmbito hispânico. Ou isto, ou prolongar os estudos, de maneira mais ou menos artificial com provas, testes e diplomas.

Tenho minhas dúvidas se é o mais coerente esta segunda alternativa num mundo prático e objetivo que nos encontramos. Até aqui tudo bem.

Faz dez anos que escuto aos meus alunos a famosa frase de se está falando espanhol ou não.

O inédito é que o professor também tem este problema. As vezes penso se realmente ensinei algumas coisas aos meus alunos com todo este arsenal de atividades e disposição plena, ou eles aprendem porque sim, porque são inteligentes, porque leem…

Posso garantir que luto contra este pesadelo que me frustra como profissional, e queiro acreditar, que não, que os meus são melhores que os dos outros…

BySegundo Villanueva

Variedades dialetais do espanhol, é necessário tomar decisões…

Qual o formato de livro a oferecer?

Esta pergunta está vindo à atualidade uma vez que os professores que compõem a equipe de qualquer instituição provêm de várias nacionalidades.

Existe um problema de adequação mas também, não podemos ignorá-lo, político.

Se optamos por uma versão neutra corremos o risco de artificializar o espanhol, fazendo com que ele seja asséptico demais, isento do calor próprio da vida, não podemos esquecer que somos transmissores de tráfego linguístico, não só de regras e suas associações, máxime quando se faz uma seleção antinatural da variante.

Esta opção não será encontrada em lugar algum do mundo, é necessário optar, portanto.

Mas qual, uma de duas, ou tentamos um mix de indigenismos ou variantes nacionais ou regionais para contentar ao máximo número de países, sempre com o risco de não ser justo esquecendo de algum, principalmente centro-americanos, ou optamos por dedicar capítulos exclusivos para cada país, tentando ser o mais abrangente possível incluindo peculiaridades de uso características que nos remitam à vida linguística do país no momento.

Do meu ponto de vista, esta é a melhor opção porque a obra tem um princípio e um final.  Os temas podem ser distribuídos ao longo da coleção, e é isso que a EspañaAquí faz.

Escolher variedades dialectais com um princípio e um final, quer dizer, aprofundar no idioma e seu uso nos traz um desafio maiúsculo, cada professor deverá reaprender as peculiaridades não próprias da sua, o que pode gerar um certo desconforto, porém, supõe um âmbito de respeito com a diferença, que no nosso idioma, não podemos nos enganar, existe.

Na diferença encontra-se a riqueza, o professor de ELE deve optar e respeitar outros âmbitos de expressão, sem interpretar a importância de um ou de outro, fatores históricos, também econômicos e sociais fazem com que esta riqueza se encaixe nas aulas.

BySegundo Villanueva

Um futuro sem livros e alguns interrogantes

Qual o futuro do ensino de espanhol para estrangeiros, qual a importância da oferta intelectual pré-fabricada e simbolizada no livro, das grades curriculares afastadas ou com fraca comunicação com os laboratórios de ponta, como somos nós, as escolas?

De que maneira a enorme quantidade de informação que flutua pela web e as imperiosas necessidades dos nossos alunos vão determinar uma exigência lúcida em relação aos conteúdos a serem oferecidos?

Será possível deixar de lado moldes perfeitos que obedecem à teoria laboratorial dos departamentos acadêmicos das universidades e que se trasladam poderosamente ao intuito de medir esse conhecimento teórico através das cada vez mais determinantes provas de proficiência que atualmente fecham o círculo mágico do contra-ataque da teoria por encima das necessidades práticas dos alunos?

Estamos prestes a testemunhar o fim do livro, o que um aluno procura, qual o real interesse de una universidade no âmbito do negócio do ensino de ELE, o que os nossos cotidianos e diários alunos nos dizem em relação ao que querem estudar, seus objetivos e necessidades?

BySegundo Villanueva

Professores? Que somos?…

… gestores, basicamente, alguém que modera o conhecimento variável dos seus alunos, que transita entre o perfil de aprendizado de cada um derivado da origem sociocultural e dos interesses próprios até a sua experiência de vida.

Hoje os alunos sabem demais, têm acesso às informações inclusive acadêmicas de maneira gratuita, podem elaborar com critério o seu próprio curso de espanhol adquirindo o material, com qualidade da web, assistem Netflix em idioma original, também os jogos de futebol internacionais com mais paixão inclusive que o próprio (no Egito, se ensina espanhol através dos jogos da #EsLaLiga), viajam de maneira rotineira, muitos, por prazer e cada vez mais por viagens de negócios, os inputs de informação são variados e multiformes, o que um professor faz perante este panorama de invasão informativa na aula…

…gerenciar a informação, botar ordem no caos do conhecimento, estruturar o aprendizado, basicamente, orientar, selecionar.

O professor já não é mais uma máquina geradora de sabedoria inefável, nem sequer de informação e sim um mentor que contempla aos seus alunos numa carreira linguística levando em conta sua experiência vital, o seu acesso imediato à informação cotidiana e seu perfil psicossocial.

BySegundo Villanueva

Una clase de español trata de comunicación…

Evidentemente, aprender un idioma es comunicarse, estar atento al entorno, derribar muros, abrir puertas, seleccionar ruidos, perforar el networking, apreciar el hipsterismo que nos envuelve, el frikismo de twitter, la frescura de netflix, la desorganización organizada que cada uno tenemos de aprender a nuestra manera, modalidad inviolable, metodología que no descarta al libro pero lo deja en su debido lugar, que valoriza la frescura del alumno y su transparencia, el espíritu de grupo y los sentimientos generales además del individual.

EspañaAquí, una escuela inverosímil que denota placer por decirlo en español.

Lola Pons profesora de la Universidad de Sevilla lo expresa bárbaro, podría más alto, pero no más bonito…

BySegundo Villanueva

Alguns interrogantes sobre postura em aula e lay-out das salas

Existem muitos desafios pela frente, um deles consiste em determinar o formato de aula.
Qual o papel do professor em relação aos alunos, ele vai continuar estabelecendo uma posição unidirecional em relação ao conteúdo informativo ou a grupo como tal, quem vai ser o gerador das informações que levemente vão transitar no coração da aula… o grupo como uma nova entidade, o professor, a internet, as informações que sobrevoam constantemente e de maneira gratuita à incrível distância de um botão de celular…

Se for assim, qual vai ser o lay-out da sala, se concordamos com que a informação já não se estabelece de maneira tão extremista como era antes, como devem ser as mesas, as cadeiras, onde deixar a tevê, qual a importância da postura, de ficar em pé, por exemplo, quem deveria ficar em pé, o professor, fugindo dia após dia do papel tradicional do professor como era entendido até há pouco… ou o aluno, ou os alunos…

Um mesa, cadeiras universitárias, por que não sentar no chão, se a comunicação é infinita e principalmente o que habita no ar é ruído, por que não derrubar todos os muros das salas, fazer com que o B2 transite pelo A1, que as risadas do A2 sejam como uma enchente sonora para os de B1… por que não…

Gostaria de saber qual a sua opinião, pode deixar aqui seu comentário como gestor de pessoas e de conhecimento, queremos construir uma nova realidade, uma coisa está clara, tudo vai mudar, é uma questão de tempo…

BySegundo Villanueva

El Grupo y su dimensión en las Clases de Español

Existen dos actitudes por parte del alumno dentro de clase,  una la de procurar sus intereses individuales, otra, sin olvidar la primera, resumida en esforzarse por construir un ethos mayor, colectivo.  Consecuentemente también dos gestiones del profesor.

Resaltar desde el inicio la necesidad de constituir, elaborar y construir a lo largo del curso una identidad superior llamada Grupo es algo necesario y vital.

Esta personalidad superior implica varios desafíos

  • respeto a la diferencia
  • solidaridad humana
  • colaboración pedagógica
  • espíritu de equipo
  • responsabilidad colectiva (al faltar a clase, el grupo como entidad se resiente)
  • objetivos comunes (e individuales también)
  • cesión, negociación y búsqueda de los intereses individuales en este nuevo ethos también, pero no exigencia de su primacía

¿Los profesores exhibimos esta premisa, la explicamos, la negociamos o aclaramos al principio del curso?

¿Los gestores contextualizan las clases de idiomas in company convenientemente, suscitan actitudes positivas que inclusive despierten reacciones favorables para un mayor entroncamiento dentro de la empresa?

El Encaje es la predisposición del alumno hacia el conocimiento, nuestro trabajo se lastra en su ausencia, los gestores de empresa y los de las academias de lengua debemos estar muy proclives para modificar influencias naturales que se manifiestan dentro de la empresa para obtener los mejores resultados.

 

BySegundo Villanueva

Las notificaciones individuales, el aprendizaje POP

Es necesario repensar la manera de aprender español.  Vivimos en la época de las notificaciones, quizá ahogados por tanta información no somos capaces de buscar nuestros intereses.  Desde el punto de vista del control, las notificaciones pueden convertirse en algo pernicioso, una estrategia para controlar nuestros hábitos de consumo.  Pero vamos a intentar ver su lado positivo cuando son generadas de dentro para afuera.

Percibo que el libro tiene los días contados, tarde o temprano volveremos a la era pre Gutenberg, el tiempo corre demás, todo se queda anticuado, se genera conocimiento a cada segundo, antes era escaso y permanecía indeleble en el autor, hoy son millares, generándolo a una velocidad increíble, la inteligencia deja obsoleto el papel diariamente…

Además, cada alumno observa un perfil de aprendizaje, se hace vital un informe individual, no me refiero a reglas prefijadas, donde cada actor desarrolle en ventanas varios ámbitos de aprendizaje, que podríamos resumir en los siguientes.

La lengua es infinita, pero hablamos con 350 palabras diferentes diariamente, para resolver situaciones cotidianas y profesionales.  Es necesario elaborar en un cuaderno una base de datos que comprima y ordene lo realmente necesario de lo que nos va a llevar mucho tiempo y dinero y nunca vamos a usar.

Es lo que constituye nuestro perfil, aquello que realmente nos falta, lo que hemos superado y en lo que nos sentimos confiados, nuestro cuadro de vocabulario práctico, una manera destacada de recordar cuáles son las situaciones de comunicación en la que nos sentimos más a gusto,

  1. Desde el punto de vista lingüístico
    1. Puntos fuertes, resueltos, aquello que uno siente fortalezas.
    2. Puntos débiles, es necesario objetivarlos, marcarlos.  Cuando uno va al psicólogo o al médico, la receta supone una orientación del camino a seguir para mejorar, no es diferente nuestra notificación del punto débil.  Y son muchos, debemos concienciarnos que cada día podemos aprender cosas nuevas, pero principalmente, tenemos la obligación de hablar mejor, con menos errores…
      1. tal
    3. Nociones funcionales aprendidas. Saludar, expresar opiniones, exponer en público, cuáles son, puedes hasta ordenarlas por árboles lógicos o elegir las que son más próximas a tu ámbito profesional.
    4. Aspecto gramatical nuevo aprendido.  Recibimos constantemente avisos de la palabra del día, etc. por qué no hacerlo nosotros después de nuestra experiencia de clase… la sensación de victoria y de rentabilidad además de sentido será inenarrable…
    5. Campos léxicos.  Hablamos con palabras y verbos, cuáles son los campos léxicos que más te interesan, negócialos en clase, recuerda que hablamos con 350 palabras, no es necesario aprender todo pero sí aquello que nos es útil, que nos va a servir en nuestra tarea profesional.

Nosotros somos capaces de notificarnos a nosotros mismos después de nuestra experiencia, claro que con el auxilio de nuestro profesor, él es un gestor de situaciones, positivas y a mejorar de cada uno de nosotros, pero se requiere la voluntad del alumno para escribir, distribuir en su cuaderno y convivir con su perfil diariamente como hacemos en todos los ámbitos de la vida que son sustanciales.

Hay dos conceptos que ya los tratamos anteriormente, son los siguientes:

  1. Pop Español.  Esto significa que cada uno aprende a su manera, no importa si tras una gran explicación gramatical o bien una asociación visual, el caso es que el aprendizaje es individual e intransferible, es necesario reverter la creencia de que los métodos sirven tanto para un chino o para un brasileño…
  2. Learning by Working.  Aprender de manera práctica sin suscitar ejemplos artificiales, opiniones enlatadas o simplemente cumplir de manera imprecisa, esto no nos ayudaría a mejorar ni a crecer, todo lo contrario.  Uno debe ser transparente, cada speech ser originado por una necesidad y siempre tener en cuenta el ámbito profesional, pues la percepción de ganancia cuando progresamos laboralmente es  una de las principales motivaciones del estudiante.

Aprender a aprender constituye un desafío porque la información, las necesidades y los tiempos son diferentes, notificarse a sí mismo requiere trabajo y responsabilidad, ayudado por el profesor no cabe otra que el éxito al final de tu curso, a nosotros nos entusiasma esta estrategia solo de pensarla …

BySegundo Villanueva

PopEspañol e Learning by Working na EspañaAquí

O que é isto, muito simples, refere-se à maneira de aprender, individual, pessoal, única e exclusiva que todos nós temos na hora de abordar um processo de incorporação, qualquer.
Nas línguas, no espanhol, no nosso caso, existem duas abordagens, uma que transita entre a língua e a fala (teoria e prática), antigamente existia um professor dotado de um amplo conhecimento, um receptor, os alunos e uma teoria transitando do primeiro ao segundo, recriando regras pré à fala (prática).  O processo prático acontecia posteriormente e a incógnita consistia em observar o processo de maturidade que cada estudante oferecia, podia transcorrer meses, anos.
Hoje a coisa está mudando, este trânsito de conhecimento é bilateral, a informação é gratuita e não patrimônio exclusivo do professor, os perfis do aluno passam a oferecer um maior protagonismo, existem muitas necessidades imediatas e inputs de informação múltiplos.
O fato de estarmos falando de comunicação, que se relaciona com informação e consequentemente com pensamento nos leva a pensar que hoje é inevitável o recurso expressivo por encima da teoria como uma arena de trasvase informativo onde na prática as pessoas consigam dizer o que pensam, escutar o que as outras têm a dizer e construir o magma de conhecimento na pura prática idiomática.
O idioma definitivamente vazou, cada um recolhe a informação e a processa do seu jeito, o idioma é pop mais do que nunca.  E também real e prático, o Learning by working nos leva a pensar que é muito mais eficaz realizar um correlato lógico com as necessidades profissionais ou individuais do aluno do que aprender conceitos e listas gigantescas de verbos criadas em um laboratório proveta longe das necessidades.
Somos Pop e gostamos de ser úteis.