Arquivo de tag Entornos do aprendizagem

porSegundo Villanueva

Um futuro sem livros e alguns interrogantes

Qual o futuro do ensino de espanhol para estrangeiros, qual a importância da oferta intelectual pré-fabricada e simbolizada no livro, das grades curriculares afastadas ou com fraca comunicação com os laboratórios de ponta, como somos nós, as escolas?

De que maneira a enorme quantidade de informação que flutua pela web e as imperiosas necessidades dos nossos alunos vão determinar uma exigência lúcida em relação aos conteúdos a serem oferecidos?

Será possível deixar de lado moldes perfeitos que obedecem à teoria laboratorial dos departamentos acadêmicos das universidades e que se trasladam poderosamente ao intuito de medir esse conhecimento teórico através das cada vez mais determinantes provas de proficiência que atualmente fecham o círculo mágico do contra-ataque da teoria por encima das necessidades práticas dos alunos?

Estamos prestes a testemunhar o fim do livro, o que um aluno procura, qual o real interesse de una universidade no âmbito do negócio do ensino de ELE, o que os nossos cotidianos e diários alunos nos dizem em relação ao que querem estudar, seus objetivos e necessidades?

porSegundo Villanueva

El Grupo y su dimensión en las Clases de Español

Existen dos actitudes por parte del alumno dentro de clase,  una la de procurar sus intereses individuales, otra, sin olvidar la primera, resumida en esforzarse por construir un ethos mayor, colectivo.  Consecuentemente también dos gestiones del profesor.

Resaltar desde el inicio la necesidad de constituir, elaborar y construir a lo largo del curso una identidad superior llamada Grupo es algo necesario y vital.

Esta personalidad superior implica varios desafíos

  • respeto a la diferencia
  • solidaridad humana
  • colaboración pedagógica
  • espíritu de equipo
  • responsabilidad colectiva (al faltar a clase, el grupo como entidad se resiente)
  • objetivos comunes (e individuales también)
  • cesión, negociación y búsqueda de los intereses individuales en este nuevo ethos también, pero no exigencia de su primacía

¿Los profesores exhibimos esta premisa, la explicamos, la negociamos o aclaramos al principio del curso?

¿Los gestores contextualizan las clases de idiomas in company convenientemente, suscitan actitudes positivas que inclusive despierten reacciones favorables para un mayor entroncamiento dentro de la empresa?

El Encaje es la predisposición del alumno hacia el conocimiento, nuestro trabajo se lastra en su ausencia, los gestores de empresa y los de las academias de lengua debemos estar muy proclives para modificar influencias naturales que se manifiestan dentro de la empresa para obtener los mejores resultados.

 

porSegundo Villanueva

Actitudes diarias para mejorar tu español

Hay algunas actitudes diarias que pueden ayudarte a mejorar tu español, no cuestan nada, solo es necesario estar un poco atentos y tener un poquito de disciplina, además, como son muy diferentes, no las vas a encontrar aburridas ni mucho menos.  Estas 6 están al alcance de cualquier profesional.

Son estas a continuación

1. A la hora de informarte, hazlo en tu periódico favorito, pero también con uno en español. Intenta que sea de prestigio internacional, los hay, y muchos.

2. En tu trabajo, habla con tus colegas nativos en español, va a aproximarte de ellos y generar más confianza.

Al principio será un poquito difícil, luego te irás acostumbrando.

3. Escribe los mails siempre en español, utiliza recursos online, no hay problema.

Ni se te ocurra utilizar otro idioma que no sea este para hacer una conference con tus colegas de habla hispana.

4. Clases, habla, participa, exprésate, sin vergüenza, sé creativo, socialízate, disfruta de tus compañeros, respeta tu profesor, fíjate en sus indicaciones.

Continúa leyendo aquí 

 

porSegundo Villanueva

O uso do dicionário nas aulas de ELE

Muitos alunos consideram que usar o dicionário em aula é antigo. E também alguns professores. É necessário saber que nesse processo de consulta acontecem estratégias de pesquisa, razonamentos dedutivos e investigativos que fazem com que o aluno delimite as diferentes conotações contextuais das palavras, fazendo relações e consolidando finalmente de maneira muito apurada o entorno significativo da língua.  Dificilmente o professor vai conseguir descobrir os mecanismos lógicos que acontecem no momento da aprendizagem melhor do que o próprio aluno.  Algumas estratégias básicas são comuns a todos eles, mas existem outras, que nós, como professores, raramente as percebemos.

Não é necessário acrescentar como o processo de aprendizagem é minucioso e lento.

Esse processo de aprendizagem, o investigativo, mais um entorno adicional além das aulas, não aporta outra coisa do que benefícios para o aluno, para o professor e para o próprio processo.

Alguns me escrevem, com certo ar de derrota dizendo que tiveram que recorrer ao dicionário quando na verdade é uma atitude natural, necessária e muito produtiva.

Eu lhes deixo um trabalho de Ana María Rodríguez Gil sobre o assunto que ilustra a tese defendida.

Muito obrigado e sempre, à disposição.