porSegundo Villanueva

Garantia de Aprendizado

Quando um aluno me pergunta em quanto tempo vai aprender espanhol, eu fico desconcertado.  Existem tantos fatores que podem motivar ou não a incorporação do conhecimento, neste caso, da língua…   Às vezes eu sinto decepção na hora de responder que é muito difícil garantir ou cravar prazos.  Quando a conversa torna-se mais plácida, costumo confessar que o que podemos garantir, é o ensino, as possibilidades e as ferramentas principalmente de interatuação.  O que acontece após a fronteira das ferramentas está circunscrito à complexa individualidade de cada um dos alunos.

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Alunos Problema, o desafio

Existem alunos e alunos.  A maioria são alunos conscientes das limitações espaciais da aula, temporais do curso e educacionais que é o histórico que carrega cada um.  Uma minoria é insensível a este triplo contexto e assim fica um pouco mais difícil.  Carinhosamente os denominamos Alunos Problema, não porque tenham culpa, cada qual é livre de pensar e exigir o que quiser, é uma questão logística, de gestão interna.  Como lidar com eles, como levar a satisfação plena, ou aspirar a ela com demandas que vão além, muito, da proposta inicial do curso?

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Portunhol ou Interlíngua

Portunhol, perdão, Interlíngua, eufemismo intelectual, melódico e mimimi do século XXI, principalmente instalado no Brasil, que esconde a atitude mais definitória do ser humano, o trabalho, o esforço, o estudo e o amor pelas coisas bem feitas, ou como a Mediocridade mais uma vez venceu (falta de preparação, prepotência, fazer as coisas nas coxas) e se instalou em muitos profissionais, sem medo a serem chamados de ridículos.

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Os desafios da Consolidação de Prova de Nível

Consolidando as Provas de Nível na España Aquí, me deparo com uma dificuldade adicional.  Refiro-me àqueles alunos que oferecem uma fluência oral extraordinária mas nunca tiveram contato objetivo com a língua, àqueles alunos tecnicamente corretos, mas com alguns empecilhos na hora de desenvolver a destreza oral.  Qual o nível adequado para cada um deles?

Realizar uma Consolidação de Pn é relativamente simples, uma vez que o tutor já tem uma base escrita, normalmente uma prova realizada anteriormente que vai lhe dar as coordenadas posteriores.

Encaixar 100% o  aluno no nível correto do ponto de vista do Marco de Referência Europeu já é mais complicado.  A solução que España Aquí adota é simples, ser muito transparente com o aluno desde o início e advertir deste desfase entre as duas destrezas, consensuando depois segundo o perfil dele se a melhor opção seria pelo nível superior levando em conta a oralidade ou pela sua apresentação técnica.  O aluno, na maioria das vezes adota um critério correto na sua escolha, se percebo que este é ilusório, trato de negociar uma opção a mais objetiva possível atendendo a critérios técnicos.   Aqui também acontecem dificuldades adicionais.

Transparência, conversa, honestidade, jogo limpo desde o início, vão ser sempre os melhores aliados na hora de decidir os rumos iniciais de um aluno quando vai se incorporar em qualquer escola de espanhol.

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

O sucesso é do professor

Temos algumas experiências muito recentes.  Feed-backs muito positivos em relação à España Aquí, principalmente referidas ao professor, que é um elemento fundamental na hora de entregar o produto que surge nos bastidores do acadêmico, é entregue graças ao aparelho logístico e finalmente interpretado por ele. Mas é ele quem recebe as meles do trunfo, raramente são os dois atores anteriores.

Porém, quando alguma coisa não funciona, e muitas vezes por motivos diretamente relacionados com o professor, o alvo preferido das críticas são na maioria das ocasiões os outros dois elementos fundamentais na entrega do curso, acadêmico e logística, quer dizer, a escola.

Isto não é um drama nem uma tragédia, é simplesmente o que é, a vida mesma, um reflexo do comportamento do ser humano, a vida como ela é.

Segundo Villanueva, São Paulo

 

porSegundo Villanueva

Maneiras

Existem maneiras e maneiras.  E tipos e tipos.  No que se refere aos alunos, valorizamos àqueles que jamais justificam suas dificuldades em questões além da própria dedicação, motivação, planejamento e gestão dos tempos e ferramentas das quais dispõe para abordar o processo de construção de conhecimento.

Segundo Villanueva desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Conclusões 2

A conclusão n. 2 é que não podem ser tiradas conclusões.  O que nos espera nos próximos 3 meses é uma incógnita.  Percebe-se uma retração da iniciativa privada no consumo dos cursos de ELE devido à crise, falta de segurança no futuro, instabilidade do país.  Por outro lado, as corporações estão cada vez mais investindo no espanhol dentro da estratégia regional de acesso aos mercados latino-americanos.

Ficamos atentos aos próximos passos e veremos o que vai acontecer depois de carnaval, que este ano, felizmente, chegou bem cedo.

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Acaba o ano. (Conclusões 1)

Estamos chegando ao final de 2015 e são várias as conclusões que podem ser obtidas.

A primeira, o ensino de espanhol continua desorganizado, por um lado, instituições espanholas obedecendo a uma realidade peninsular e distante e inspirada por um suporte institucional oficial muito importante.  Por outro lado, as universidades brasileiras, com um foco teórico excepcional mas com dificuldades em formar professores com fluência à altura da circunstâncias.  Por outro lado, os que corremos em paralelo, as escolas de mediano porte.  Existem as que dedicam-se a transportar propostas metodológicas através da edição de livros normalmente espanhóis e argentinos, e os que, como a España Aquí procuram estudar a realidade brasileira e elaborar uma alternativa customizada, adequada ao ambiente, ao perfil, à origem lusófona do país.  São várias alternativas que você, como cliente, deve levar em conta na hora de tomar a decisão de por qual curso você vai se decidir.

Estamos num mercado ainda disgregado, com opções bem diversas, que nos possibilitam o fato de poder escolher, mas também podem nos levar ao risco de optar errado pela ampla divergência que existe entre as opções que são oferecidas.

Segundo Villanueva, desde São Paulo

porSegundo Villanueva

Vamos, A2

Você pode aprender espanhol de muitas maneiras.  Existe um estudo, é necessário ver qual o interesse por trás, que diz que os alunos que não frequentam as aulas e estudam on-line, tem melhor desempenho que os tradicionais.  É difícil acreditar nisto quando se trata de uma língua estrangeira.  O que busca-se é o aprendizado de uma ferramenta de interação, você precisa do outro para crescer, e supõe-se que quando não existe, é impossível que você se desenvolva adequadamente.  Às vezes fico constrangido ao visitar cursos on-line, fantasticamente editados, mas carentes de vida, desumanizados.

Mas os cursos tradicionais também têm os seus desafios.   Alguns deles estão desatualizados, ou pior, longe da realidade do aluno.  É necessário nestes casos que o professor saiba contextualizar o programa com o cotidiano do aluno.

Vamos, A2, editado por España Aquí é um material leve, atual, moderno, feito para brasileiros que querem aprender pesquisando, que procuram informações de várias origens e que consideram que o aprendizado colaborativo, e não só o gramatical, é uma maneira válida de crescimento intelectual e humano.

porSegundo Villanueva

Alinhamento

Nós, da España Aquí sempre perguntamos ao aluno nas provas de nível qual é o seu perfil.  Existem dois tipos de alunos: o gramatical e o comunicativo.  Anteriormente já falamos como é importante que você que iniciará um curso de espanhol conheça a escola onde você vai se matricular.  Para nós, é importantíssimo também saber como você é.

Dependendo do seu perfil, o professor vai orientar a aula segundo às suas necessidades, ou às necessidades do grupo.  Nunca um grupo é homogêneo.  Mas sim que é possível chegar a um denominador em comum.  Cabe á escola achar esse ponto para que o produto que está já determinado possa ser adaptado à realidade.  Fazer isto bem no início do curso e orientar ao professor convenientemente fará com que o curso seja muito mais produtivo e todos os elementos da aula estejam bem alinhados.

Segundo Villanueva, desde São Paulo