Arquivo mensal janeiro 2019

porSegundo Villanueva

Professores? Que somos?…

… gestores, basicamente, alguém que modera o conhecimento variável dos seus alunos, que transita entre o perfil de aprendizado de cada um derivado da origem sociocultural e dos interesses próprios até a sua experiência de vida.

Hoje os alunos sabem demais, têm acesso às informações inclusive acadêmicas de maneira gratuita, podem elaborar com critério o seu próprio curso de espanhol adquirindo o material, com qualidade da web, assistem Netflix em idioma original, também os jogos de futebol internacionais com mais paixão inclusive que o próprio (no Egito, se ensina espanhol através dos jogos da #EsLaLiga), viajam de maneira rotineira, muitos, por prazer e cada vez mais por viagens de negócios, os inputs de informação são variados e multiformes, o que um professor faz perante este panorama de invasão informativa na aula…

…gerenciar a informação, botar ordem no caos do conhecimento, estruturar o aprendizado, basicamente, orientar, selecionar.

O professor já não é mais uma máquina geradora de sabedoria inefável, nem sequer de informação e sim um mentor que contempla aos seus alunos numa carreira linguística levando em conta sua experiência vital, o seu acesso imediato à informação cotidiana e seu perfil psicossocial.

porSegundo Villanueva

Una clase de español trata de comunicación…

Evidentemente, aprender un idioma es comunicarse, estar atento al entorno, derribar muros, abrir puertas, seleccionar ruidos, perforar el networking, apreciar el hipsterismo que nos envuelve, el frikismo de twitter, la frescura de netflix, la desorganización organizada que cada uno tenemos de aprender a nuestra manera, modalidad inviolable, metodología que no descarta al libro pero lo deja en su debido lugar, que valoriza la frescura del alumno y su transparencia, el espíritu de grupo y los sentimientos generales además del individual.

EspañaAquí, una escuela inverosímil que denota placer por decirlo en español.

Lola Pons profesora de la Universidad de Sevilla lo expresa bárbaro, podría más alto, pero no más bonito…

porSegundo Villanueva

Alguns interrogantes sobre postura em aula e lay-out das salas

Existem muitos desafios pela frente, um deles consiste em determinar o formato de aula.
Qual o papel do professor em relação aos alunos, ele vai continuar estabelecendo uma posição unidirecional em relação ao conteúdo informativo ou a grupo como tal, quem vai ser o gerador das informações que levemente vão transitar no coração da aula… o grupo como uma nova entidade, o professor, a internet, as informações que sobrevoam constantemente e de maneira gratuita à incrível distância de um botão de celular…

Se for assim, qual vai ser o lay-out da sala, se concordamos com que a informação já não se estabelece de maneira tão extremista como era antes, como devem ser as mesas, as cadeiras, onde deixar a tevê, qual a importância da postura, de ficar em pé, por exemplo, quem deveria ficar em pé, o professor, fugindo dia após dia do papel tradicional do professor como era entendido até há pouco… ou o aluno, ou os alunos…

Um mesa, cadeiras universitárias, por que não sentar no chão, se a comunicação é infinita e principalmente o que habita no ar é ruído, por que não derrubar todos os muros das salas, fazer com que o B2 transite pelo A1, que as risadas do A2 sejam como uma enchente sonora para os de B1… por que não…

Gostaria de saber qual a sua opinião, pode deixar aqui seu comentário como gestor de pessoas e de conhecimento, queremos construir uma nova realidade, uma coisa está clara, tudo vai mudar, é uma questão de tempo…