
Dez textos depois, a conclusão é simples: o espanhol da equipe não se resolve por acaso.
As cenas que se repetem
Nesta série, falamos de situações que muitos RHs reconhecem. A pessoa que entende a reunião, mas não argumenta. O e-mail em portunhol que fica registrado e é encaminhado ao diretor. O "espanhol avançado" do currículo que ninguém conferiu. O intermediário que parece fluente, mas trava quando precisa defender uma ideia.
Todas têm a mesma raiz: o espanhol entra na rotina da empresa antes de entrar no plano de desenvolvimento. A equipe começa a falar com Santiago, Lima ou Bogotá, e o idioma vira ferramenta de trabalho sem que ninguém tenha decidido como cuidar dele.
O caminho também se repete
Primeiro, saber o nível real de cada pessoa, na fala e na escrita, e não só pelo que está no currículo. Depois, definir até onde cada função precisa chegar: quem negocia não precisa do mesmo espanhol de quem lê relatórios. Por fim, acompanhar a evolução ao longo do tempo, e não só medir um momento.
Partindo do básico, chegar a um B2 sólido leva cerca de 2 anos. Por isso, vale começar cedo e com um ponto de partida claro.
Uma palestra para a equipe
Para fechar a série, oferecemos às empresas uma palestra gratuita de 1 hora para a equipe, interativa e em português. Falamos de por que o brasileiro trava no espanhol, do que muda quando o estudo tem método e de como o espanhol pode entrar na gestão de RH e no pacote de benefícios.
Na sua empresa, a equipe já parou para conversar sobre o espanhol que usa no trabalho?
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Fazemos um diagnóstico de nível gratuito e entregamos ao RH um relatório por colaborador.
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