
A cena
A reunião com o cliente de Bogotá correu bem. Alguém da equipe errou uma ou outra palavra em espanhol, mas um sorriso, um gesto e a boa vontade resolveram. No dia seguinte, ninguém lembra disso.
Depois da reunião, chega a hora do e-mail: o resumo, a proposta, os próximos passos.
E o e-mail fica.
O que fica no e-mail
Na conversa, o erro passa. No texto, ele é encaminhado ao diretor, vai junto com a proposta e é relido antes da decisão. Muitas vezes, é a primeira coisa que alguém da outra empresa lê sobre a sua.
"Quedamos en el aguardo de su respuesta" é uma tradução direta do português. O cliente entende, mas o natural seria "Quedamos a la espera de su respuesta".
Não é um erro grave. É um sinal. Somado a outros pequenos sinais, ele diz ao leitor que a empresa improvisa no espanhol.
Fala e escrita são habilidades diferentes
Muitas empresas avaliam o espanhol da equipe só pela fala, numa entrevista ou numa conversa rápida. Só que boa parte da relação com clientes, fornecedores e parceiros na América Latina acontece por escrito: e-mails, propostas, contratos, mensagens.
Quem fala bem nem sempre escreve bem, e o contrário também acontece. Quase sempre, as duas habilidades estão em níveis diferentes.
Como olhamos as duas coisas
No nosso diagnóstico gratuito, cada pessoa faz uma prova on-line e uma conversa breve em espanhol. Assim aparecem as duas coisas: como escreve e como fala. Com isso, o RH sabe onde cada pessoa está e por onde começar.
Na sua empresa, alguém revisa os e-mails em espanhol antes de saírem?
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Fazemos um diagnóstico de nível gratuito e entregamos ao RH um relatório por colaborador.
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