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BySegundo Villanueva

Osasuna, VOLVEREMOS

Faz 1 ano experimentei com o meu filho a sensação incrível de curtir a promoção do Osasuna para a primeira divisão.  Isto só é uma exclusividade de um time normal.  Uma equipe nutrida por jogadores da casa principalmente, e depois de uma temporada tumultuada fora do estritamente futebolístico, que nos trouxe uma leve ideia de surpresa ou de presente.  Pareceu um milagre mas também, orgulho osasunista, nada muito extraordinário uma vez que a profecia se materializou  em se tratando do decimo-primeiro time espanhol levando em conta o número de participações no campeonato.

Depois de 1 ano voltamos para a segunda de uma maneira dramática, era de esperar, aqueles problemas extra campo lastraram a equipe dolorosamente, primeiramente devido aos compromissos com a receita navarra que o obrigou a destinar parte do orçamento que os outros times dedicaram para reforços à altura do campeonato para saldar dívidas passadas.  Osasuna precisava provavelmente de 10 ou 12 reforços para encarar o campeonato com garantias mínimas, um campeonato protagonizado pelo Real Madrid e Barcelona mas recheado de bons times e de um ritmo muito mais acelerado que a segunda espanhola, bem à distância deste que é uma das melhores competições do mundo.  Depois uma pre-temporada apressurada que o fez perder 3 meses de competição e consequentemente diminuir a esperança de salvação assim como a precipitação no despido de vários treinadores e o colapso na contração de jogadores que trouxessem um novo impulso ao time.

Tenho certeza, não me cabe a menor dúvida, de que na próxima temporada Osasuna estará lutando pela volta à primeira divisão, o lugar que corresponde à sua história e desempenho.  De todas as torcidas, a osasunista é a melhor, este é o principal caminho que o time deve seguir no próximo ano, o aval mais sólido para se auto-convencer de que para formar parte do grupo de élite é necessário uma massa social à altura das circunstâncias.  Nisto, Osasuna, em proporção, pode ser colocado como um dos grandes clubes da primeira divisão espanhola.

Segundo Villanueva, São Paulo

 

 

 

Byespanaaqui

Los milagros del fútbol y lo seudoreligioso

Dicen que el primer milagro del Papa Francisco fue hacer que San Lorenzo ganara el Apertura argentino.  Los periodistas, la opinión pública y el mundo llegaron a la conclusión de que este era un campeonato que nadie quería ganar.

Quitando estos episodios de relumbrón, que implican altas instancias de lo divino y de lo humano, diariamente se suceden otros menores, pero que no por ello le quitan la condición seudoreligiosa a ese deporte radical que llamamos fútbol.

Ayer, Osasuna (Pamplona), con el tercer presupuesto más bajo de la categoría recibía al intrépido Atlético de Madrid con todas las reservas posibles.  Venía este último de ganar al Milán, líder de la mano del Madrid, practicando uno de los mejores fútboles de los últimos tiempos, y según los notables de todos los lados, está llamado a labrar una de las etapas históricas más gloriosas de la historia del club.  Todos saben de Diego Costa, de Koke, el gran momento de Turan, y un largo etc.

Por el lado rojillo, ecos y sordinas.

Osasuna le clavó 3 goles en los primeros 45 minutos y la hinchada recibió la mejor inyección moral de la semana.  Barrido, visto y no visto, una sombra de equipo.  Muchos méritos también por parte de ese club de Navarra que juega directo a veces, que aplica la inteligencia en los momentos oportunos, pero que siempre mete la pierna.

Osasuna es un equipo a caballo entre la locuacidad de la Real Sociedad y el trapío del Aleti.

A este equipo de piscinas (todavía es un club, como el Madrid, Barcelona y Athletic), se le dan bien los milagros.  A Dios rogando (rezan en el vestuario) y con el mazo dando.

Vamos,

Segundo Villanueva